Blog do XERIFE

         Se o homem não é livre para dizer o que pensa, ele não é NADA.

A DIFERENÇA DE UM PAÍS SAUDÁVEL PARA UM PAÍS DOENTE

Publicado: domingo, 26 de maio de 2013 // , ,



A DIFERENÇA DE UM PAÍS SAUDÁVEL PARA UM PAÍS DOENTE País saudável Uma cearense residente no Canadá sofreu acidente de trabalho, um pacote caiu-lhe sobre o ombro. Foi indicada à fisioterapia. O "SUS" de lá mandava todos os dias um táxi apanhá-la em casa para realizar as sessões. Tudo grátis. País doente No Brasil é um pouquinho diferente, uma sutileza apenas. Aqui a pessoa sofre acidente de trânsito, uma ambulância é chamada, demora no mínimo uma hora para chegar, ficando a vítima estendida no chão e entregue à própria sorte. DN

BANDIDOS INVADEM CASA EM URUOCA

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Mais uma casa foi arrombada em Campanário-Ce, dessa vez a vítima foi o senhor conhecido por ASSIS DO ZÉ RAIMUNDO. Bandidos furtaram quatro câmeras de segurança e mais alguns objetos da casa de fazenda da citada vítima, a qual fica localizada na localidade de Saco, há três quilômetros de Campanário. Os meliantes ainda arrebentaram cinco portas, portas essas avaliadas em R$ 1.200,00 cada. Além de furtarem esses objetos os bandidos ainda bateram muito com um pedaço de pau em um cachorro que pertence a vítima. Ressalta-se que a vítima tinha mandado instalar o sistema de câmeras no mesmo dia do crime. Os meliantes levaram as quatros câmeras mais não conseguiram levar o HD que armazena as imagens. Cabe esclarecer aqui que nos últimos dias tem acontecido vários roubos no distrito de Campanário. O mais recente aconteceu na residência do senhor Marcos Viana, ocasião em que bandidos também invadiram sua propriedade e furtaram vários objetos. Até a presente data não se sabe da prisão de ninguém. O certo é que a bandidagem estar fazendo a festa no pacato distrito de Uruoca. Vai aqui o alerta as autoridades de segurança pública: Campanário estar clamando por segurança. SOBRAL 24 HORAS

PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DE CABOS E SOLDADOS MILITARES DO CE DIVULGA VÍDEO SOBRE SUA DEMISSÃO DOS QUADROS DA POLÍCIA MILITAR

Publicado: sábado, 25 de maio de 2013 // , ,

    

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Grampo é inconstitucional, diz Associated Press

Publicado: segunda-feira, 20 de maio de 2013 // , , , , , , ,

O presidente e chefe-executivo da agência de notícias Associated Press, Gary Pruitt, chamou de "inconstitucional" neste domingo que os grampos nos telefones de jornalistas da empresa, feitos pelo governo dos Estados Unidos. Pruitt disse, em entrevista ao programa "Face the Nation", da CBS, que as gravações secretas conduzidas pelo Departamento de Justiça fizeram com que as fontes desejem menos falar com os jornalistas da AP.

O Departamento de Justiça tornou público dois meses de grampos das ligações telefônicas de jornalistas da AP ao enviar uma carta à AP em 10 de maio. A carta não diz o motivo dos grampos, mas promotores disseram que foi por causa de uma investigação de como a Associated Press soube do sucesso da CIA em abortar uma tentativa da Al-Qaeda de explodir um avião com destino aos EUA, em maio de 2012, antes de o fato ter sido divulgado pelo governo.

Conforme apuração feita recentemente pela correspondente do jornal O Estado de S.Paulo, Denise Chrispim Marin, os grampos foram feitos em linhas telefônicas de escritórios da AP e nos telefones celulares e residenciais de repórteres e editores em Washington, Nova York e Hartford. O alvo preferencial foi um grupo de cinco repórteres premiados pelo Pulitzer e um editor - todos envolvidos na apuração do atentado fracassado da Al-Qaeda, planejado para a época do primeiro aniversário da execução de Osama Bin Laden. O governo Obama afirmava, na época, não haver sinais de represálias da Al-Qaeda. A AP publicara a matéria em 7 de maio de 2012, depois de ter respeitado o ped

Ceará empata com o Guarany de Sobral e conquista o tricampeonato cearense

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Mais uma vez, o fator 'melhor campanha' fez a diferença para o título. Ao empatar em 1x1 com o Guarany de Sobral, repetindo o placar do 1º jogo, no Junco, o Ceará conquistou o tricampeão cearense, para a festa de cerca de 50 mil alvinegros que lotaram a Arena Castelão na tarde deste domingo (19). 

Com o resultado, o time comandado por Leandro Campos volta a conquistar três títulos estaduais seguidos após 15 anos (a última vez foi em 1996/97/98). 

Ceará e Guarany fizeram um 1º tempo pra lá de movimentado, com inúmeras chances criadas. A primeira delas logo no 1º minuto, numa cabeçada perigosa de Mota que Eliardo defendeu com maestria. O time sobralense, na descida ao ataque, foi fulminante. Luiz Carlos arriscou de longe e marcou um belo gol, sem chances para Fernando Henrique. 

O Ceará reassumiu o comando da partida e fez pressão na área do Bugre. Até que aos 12 minutos a bola sobrou para Mota na área. O atacante bateu prensado e empatou o jogo. Daí para frente o Alvinegro perdeu inúmeras chances. No 1º tempo, foram três bolas na trave, em chutes de Vicente, Mota e Lulinha.

Na volta para o 2º tempo, muita correria. O Ceará, com o placar ao seu favor, deixava o tempo passar e assustava nas jogadas de contra-ataque. E o Guarany - com mais posse de bola - tentava, sem êxito, furar o bloqueio da zaga alvinegra. Ainda assim, a melhor chance da etapa final foi do Ceará. Aos 30 minutos, Magno Alves ficou cara a cara com o goleiro Eliardo e acertou a trave. 


FICHA TÉCNICA

FÁBIO CAMPOS: A REALIDADE NUA E CRUA



Tudo o que já escrevi sobre insegurança pública não tem um décimo da força e do impacto contido em relatos como o que se segue. O texto é de autoria de um professor que trabalha em escolas públicas de Fortaleza. É a absurda realidade. Nua e crua. Omito o nome do professor.

“Tenho acompanhado com atenção sua coluna e considero de extrema pertinência o destaque com que o senhor tem abordado o tema violência, problema este que nos aflige e hoje ocupa nossas maiores preocupações. Sou professor de escolas públicas. Vivencio na periferia o cotidiano de bairros marcados pela violência em seu nível mais extremo.

Uma das escolas em que leciono situa-se no bairro Vila Velha. Nela, alunos e funcionários, por morarem no bairro, fazem diariamente relatos de atrocidades que ocorrem na vizinhança. Atos praticados com o mais puro requinte de crueldade. Relatam, porém, com um misto de assombro e de euforia, se não com deleite.

Vale dizer que o caso assusta não só por se tratar de homicídios, mas pela forma como estes são praticados; assombra também a reação que desperta nos adolescentes e até nos adultos, comprovando a banalidade com que tratam a vida, a morte, a violência em si.

Durante o ano de 2012, tivemos 4 alunos entre os 32 jovens mortos no bairro. Já outros dois ou três, perdemos pelo motivo oposto, ou melhor, por terem cometido os assassinatos. Este ano não está sendo muito diferente. Várias mortes já ocorreram, trocas de tiros são frequentes, a qualquer hora do dia.

Recentemente, duas ocorrências ganharam destaque: um rapaz de 22 anos foi encontrado na rua, morto. Cortaram-lhe a língua, costuraram-lhe a boca e furaram-lhe os olhos. O mais terrível é que, segundo relatos, a perícia constatou que esses detalhes sórdidos foram praticados com a vítima ainda viva. Poucos dias depois (06/05), a resposta veio com outra cena bárbara: em vingança, um rapaz fora degolado e jogado num terreno baldio, de um lado o corpo, do outro a cabeça.

A outra escola situa-se no bairro Floresta, nos arredores da lagoa do Urubu. Lá, não é novidade quando interrompemos nossas aulas por conta do barulho de tiros, muitas vezes na frente da escola. Nós, professores, não podemos pegar o ônibus que para bem do lado do colégio; vários professores já foram assaltados ou sofreram tentativa de assalto, grupo em que me incluo; colegas já foram até impedidos de trabalhar em determinado turno, por conta de ameaças.

Mas já tivemos dias piores. Final de 2011, por exemplo, por dois meses, acompanhamos uma sequência de mortes de alunos e ex-alunos. Em 2012, passamos por vários sustos. De repente, explosões de fogos de artifício faziam-nos crer que havia comício de algum candidato. Na verdade, tratava-se de uma comemoração pela morte de um desafeto; noutro dia mais fogos, e já sabíamos o motivo.

A abertura do ano letivo 2013, dia 26 de março, foi interrompida e os portões fechados às pressas, por conta de uma troca de tiros ocorrida na porta da escola. O porteiro apressou-se em correr e fechar os portões. Depois continuamos, tensos, alguns nervosos, todos imaginando no que poderia ocorrer no dia seguinte. O ano estava apenas começando.

Caro jornalista, por medo decidi redigir e enviar-lhe esse texto. Não o fiz por denuncismo nem com intenção de ganhar destaque. Apenas senti a necessidade de publicizar a realidade que todo professor da rede pública enfrenta no dia a dia. Uma realidade que nos impõe medo, insegurança, doenças psicológicas e até o desejo de abandonar o magistério”.


A COLÔNIA E A METRÓPOLE
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